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Sacolas em TNT


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Sacolas retornáveis substituem as de plástico


Uma organização não-governamental que luta pela conservação do patrimônio natural presente no que resta de Mata Atlântica em todo o país ganhou mais um aliado dentro do projeto. A novidade é que os paraibanos também poderão participar, mesmo de forma indireta, da luta da ONG SOS Mata Atlântica, que receberá parte da renda adquirida com a venda de sacolas retornáveis em todo o Brasil para continuarem com seus trabalhos.

A utilização deste material pode diminuir, consideravelmente, a quantidade de plásticos jogados na natureza pelo homem. Para se ter uma idéia, uma familia de 4 pessoas de classe média usa 1.000 sacolas plásticas por ano - no supermercado, padaria, açougue, feira, videolocadora, farmácia.

A ONG trabalha, além da preservação destas áreas, na defesa dos remanescentes de Mata Atlântica, valorizando a identidade física e cultural dessas regiões. O projeto com a venda destas sacolas foi idealizado pela rede Pão de Açúcar nacional e já acontece desde 2005, atingindo as lojas de todo o Brasil. Elas são estampadas com animais da fauna brasileira. A coordenação do programa afirmou que, em apenas três anos, cerca de 106 mil embalagens foram comercializadas.

As sacolas retornáveis são feitas em TNT (tecido não tecido), por isso podem ser usadas muitas vezes. No caso da rede de supermercados, o cliente adquire a embalagem e a utiliza todas as vezes que for às compras, evitando, assim, o uso de sacolas plásticas comuns. Daí a lógica do projeto: o consumidor ajuda o meio ambiente reduzindo a quantidade destes materiais nas vias públicas e em locais de reservas.

Coleção

Ao todo, são cinco estampas inspiradas na fauna brasileira, com espécies como tucano, mico-leão-dourado, onça-pintada, arara azul e lobo-guará, junto com a frase: "Espécies da Mata Atlântica: bichos em extinção". O intuito da empresa é, também, desempenhar um papel educacional divulgando a necessidade da preservação de espécies que fazem parte da biodiversidade brasileira.

De acordo com o gerente regional da rede Pão de Açúcar, Luis Carlos Araújo, ns últimos três meses, a procura pelo produto, que custa, R$ 3,99, vem crescendo consideravelmente. "Em junho de 2007, por exemplo, houve aumento de 108% com relação a maio e, em julho, 193% em comparação ao mês anterior", comemorou.

Para a coordenação, a alta nas vendas demonstra que, mais do que uma opção de compra, há uma consistente mudança de atitude dos consumidores.

Decomposição leva 200 anos

As sacolas retornáveis ganham, com este programa, uma motivação diferente. O produto pode ser utilizado para outras finalidades enquanto que as sacolas plásticas são dispensadas pelo consumidor sem o menor cuidado. Biólogos afirmam que, para se decompor na natureza, as sacolas plásticas levam cerca de 200 anos. O prazo do TNT é de 6 meses a um ano.

Em cidades como São Paulo, projetos já foram propostos abordando a substituição destes produtos por embalagens retornáveis. Há, ainda, projetos sugerindo uma melhor gerência do material que é jogado na natureza a cada dia. Luis Carlos Araújo lembra que, para adquirir as sacolas retornáveis oferecidas pelo Pão de Açúcar, não é necessário realizar qualquer outra compra nas lojas da rede.

Resíduos orgânicos

A bióloga paraibana Ângela Carolina de Medeiros afirmou que a maior demanda de resíduos sólidos produzidos pela população são os resíduos sólidos orgânicos, ou seja, aqueles que poderiam estar sendo utilizados como adubo e acabam sendo jogados fora sem nenhum cuidado.

Segundo ela, este tipo de lixo produzido corresponde a mais de 50% da demanda total de todos os tipos de resíduos encontrados, o que poderia ser reciclado a partir do processo de compostagem, que é a degradação da matéria orgânica na produção de fertilizante que poderia ser usado em grande escala em plantações ou em trabalhos de reflorestamento.

Ela afirmou que em uma segunda escala, apontada como responsável em trazer mais malefícios à natureza, estão os resíduos de papel e plástico, metal, vidro e pneus.

"O solo acumula grande quantidade de microrganismos durante a decomposição destes resíduos sólidos. O tempo de decomposição de resíduos no solo determina a sua infertilidade, quanto mais tempo passar, mais o solo se torna empobrecido, podendo chegar a um estágio irreversível", alertou a bióloga.

Opções para reduzir consumo

Atualmente, a matéria-prima usada para a fabricação da sacola plástica é o polietileno, feito a partir do petróleo. Além dos 200 anos de prazo para decomposição, o processo libera gás carbônico e água, e o excesso deste primeiro componente é um dos fatores que provocam o efeito estufa.

Há, também, as sacolas oxibiodegradáveis, feitas a partir de polietileno. A diferença é que elas recebem um aditivo químico com sal metálico na produção do filme durante o processo de fabricação das sacolas para acelerar a degradação, o que diminui o tempo deste processo para 18 meses.

Mas, apesar de ter um processo de decomposição mais rápido do que o da sacola plástica usada atualmente, a oxibiodegradável contém aditivos químicos que podem atingir o meio ambiente.



Fonte: Fonte: Correio da Paraíba - Diovanne Filho

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